26/01/2016

A Gravidez de um Pai


 Semana passada pesquisando e estudando sobre a diabetes gestacional, me deparei com um texto sensacional e gostaria de compartilhar com minha família aconchegante, é um texto lindo que fala sobre a gravidez de um pai! É... A gravidez de um pai.  Espantou-se também? Pois é... Eu também tive a mesma expressão que a que você está fazendo agora, e de tão lindo e interessante que eu achei o título, resolvi dar uma atenção especial ao texto, pois fiquei boquiaberta com tamanha sutileza da autora, pois colocou com carinho e poesia um momento que os pais passam e que muitos nem sequer passarão, mesmo estes sendo já pai de proles enorme, eles não se sensibilizaram com a mágica da gravidez, não curtiram junto as suas companheiras a nobreza deste momento, pois a insensibilidade de muitos os deixam cegos, e por alguns meses até um troglodita, um animal incapaz de se doar e se permitir a esta troca mutua (desculpas homens! Mas é a realidade de alguns). Homens, as mulheres ficam sensíveis neste momento por conta da situação gestacional que é enorme e requer muita paciência do companheiro, elas ficam chatas, sensíveis, carentes, ansiosas, nervosas, mas tudo isso vai passar! Vai sim... Pode acreditar, vai passar se você manifestar um olhar diferenciado sobre ela e tentar sentir as suas sensações e compartilha-las. Muitos podem perguntar como seria possível um pai tentar sentir as sensações da sua companheira se um homem não pode parir. Bem verdade, um homem não pode parir, mas pode ser um bom companheiro sendo presente desde o inicio do pré-natal até o momento do parto, pode ser nos cuidados e gentilezas como também na simples ação de realizar um desejo momentâneo, pode também ajudar na decoração do quartinho do baby, e também na compra e escolha de cada peça do enxoval, participar das consultas medicas é muito importante e traz confiança para a mulher, pois com todo esse zelo não se sente sozinha e a autoconfiança aumenta e a prepara para a longa caminhada. Essas pequenas atitudes fazem a diferença, pois a figura paterna é fundamental no desenvolvimento e na formação de uma criança. Entretanto, a importância do pai antes do bebê vir ao mundo também é de forte influência. Ficou no passado a ideia de que o homem tem menos preocupações e anseios do que a mulher durante a gestação. O termo "grávidos" tornou-se bem mais corriqueiro na boca dos casais, que, com ele, querem transmitir que a emoção de gerar um filho é sentida pelos dois. Peço que leiam com atenção e deixe seus comentários, participe! Conte também se passou ou conhece alguém que teve muito mimo na gravidez ou aquela que teve que se virar e ser guerreira para não deixar a ausência masculina romper seus sonhos.

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A Gravidez de um Pai
A gravidez de um pai não se dá nas entranhas, mas fora delas. Ela se dá primeiro no coração, onde o sentimento de paternidade é gerado. Um desejo de ser e de se ver prolongado em outra vida, que seja parte de si mesmo, mas com vida própria. Imagino que deve ser frustrante a princípio. Durante toda a espera, um pai é um pai sem experimentar o gosto de ser, sem os inconvenientes de uma gravidez, mas também sem as lindas emoções que tanto mexem com a gente. 

E quando ele sente pela primeira vez a vida que ajudou a gerar, tudo toma outra forma. Ele sente um chute e se diz já que este será um grande jogador de futebol. E muitas vezes se surpreende e se maravilha quando vê uma princesinha que sabe chutar tão bem. Mas tanto faz. Está ali um sonho que se torna palpável. 

E um parto de um pai se dá quando ele pega pela primeira vez sua criança nos braços, quando ele se vê em características naquele serzinho tão miudinho que nem se dá conta ainda que veio ao mundo e que se tornou o mundo de alguém. E os sentimentos e emoções se atropelam dentro dele. E ele sente que, à partir desse instante, a vida nunca mais será a mesma. E ele precisa olhar dez, cem, mil vezes para acreditar que tudo não passa de um sonho. E geralmente há um enorme sentimento de orgulho que toma posse dele.

Assim se forma um pai. Pronto para ensinar tudo o que aprendeu da vida, um dia ele descobre que não sabe realmente muito, que na verdade aprende a cada instante. Diante da sua criança ele se torna um adulto vulnerável e acessível. E vai gerando, pouquinho a pouquinho, dentro de si mesmo, a arte de se tornar um pai.
                                                      (Autora: Letícia Thompson) 

25/01/2016

TORTA DE GRÃO DE BICO COM CARNE E LEGUMES

 Bom dia meus amigos, prontos para mais uma receitinha do MENU BABY BENI?
Tem tanta coisa acontecendo ao mesmo tempo na minha vida, umas boas, muito boas e outras nem tão boas assim que tenho tido dificuldades em arranjar tempo para postar receitas minuciosas. Tem o Benie que tá numa fase super carência, eu paro tudo que estou fazendo pra tentar suprir suas necessidade. Mas ele realmente ta super carente.
Mas aqui estou na bela missão de dividir com vocês uma receita que amo , amo e melhor as crianças amam também: Torta de grão de bico com carne e legumes!
Gostaria de ressaltar que o primeiro ano de vida de uma criança é essencial para adaptação de novos sabores. Como vocês que nos acompanham já sabem eu tive certas dificuldades e inexperiências com a alimentação da Bela e busquei fazer diferente com a introdução alimentar do Benie, educando seu paladar. Coisa que deu certo por persistência e benção de Deus, o Benie come de tudo.
Para comer de tudo algumas coisas precisam ser mudadas, e é ae que entra a apresentação diferenciada dos alimentos. Hoje nosso astro é o Grão de Bico. Ele puro e cozido na panela de pressão mais serve de aperitivo para o Benício que um prato completo. Ele come, mas come estilo BLW - Baby-led Weaning: Helping Your Baby to Love Good Food(em tradução livre, Desmame Guiado pelo Bebê: Ajudando seu Filho a Amar Boa Comida) . Consiste em deixar que o bebê coma com as mãos a comida em pedaços reduzidos e escolha o que comer.- colocando um por um na boca, mas acaba comendo menos do que deveria.
Fonte de  proteínas, carboidratos, minerais e fibras o grão de bico é a estrela principal da nossa torta que  recebe legumes para enriquecer e potencializar os nutrientes da leguminosa.
O Benício ama esse prato e como deixo os legumes bem macios ofereço à ele desde os sete, oito meses. Você pode amassar com o garfo pra ajudar os bebês que iniciam a mastigação, mas fica a critério da mãe e do pediatra desenvolver a melhor forma de oferecer o prato, seja ele inteiro, passado na peneira ou amassado.

INGREDIENTES:

Massa
3 xícaras de grão de bico cozidos e escorridos.
1 colher de sobremesa de azeite ou óleo de coco

MODO DE PREPARO da massa:

Bata no liquidificador ou processador todos os ingredientes da massa. É muito fácil e rende muito. (grão de bico rende pra caramba. Você pode cozinha-lo e levar ao freezer para facilitar suas futuras receitas.)
Com a massa homogenia cubra um refratário com metade da massa inclusive as laterais e reserve-o.  Lembre-se de deixar o suficiente para cobrir a parte de cima do refolgado.

RECHEIO refolgado:

350g Carne moída
Vargem no vapor
Cenoura ralada crua
Escarola rasgadinha
Abóbora em cubos pequenos no vapor
Tomates sem pele
Cebola picadinha
Sal a gosto
Molho shoyo (opcional)
Manjericão
Azeite
¾ de copo de requeijão com água.

MODO DE PREPARO do refolgado (sugestão):

Aqueça um fio de azeite em uma panela
Refolgue a cebola em fogo baixo, acrescente a carne moída, mais ou menos 350 gramas de carne. - Importante que ela esteja descongelada –
Em seguida com a carne já em ponto acrescente  os tomates sem pele
E sem sementes.
Sal a gosto, uma colher de sopa de molho shoyo e a água.
Perto de finalizar o cozimento do recheio acrescente a escarola rasgada e o manjericão fresco.
O recheio deve está quase seco. Desligue e espere amornar!

MONTAGEM:

Mais simples impossível! Ao recheio amornado acrescente a vargem e abóbora em cubos que foram previamente cozidas no vapor e também a cenoura ralada. O importante de não cozinha-las e manter a cor, sabor, textura e valores nutricionais.
Por fim cubra o recheio com o restante da massa formando assim a “tampa da torta”
Se desejar pincele uma geminha de ovo.
Leve ao forno para assar por 30 minutos ou até dourar.

Sirvo com purê de batatas.


Quaisquer dúvidas enviem nos comentários ou mensagem e mandem fotos de suas receitas para gente. Adoramos a participação de você!
Abraços e bom apetite. Espero que tenham uma agradável refeição em família!

20/01/2016

DIABETES GESTACIONAL

Olá família maravilhosa


Hoje vou falar sobre a diabetes gestacional, um mal que acomete algumas gestantes. Por isso sempre bato nesta tecla, todas as mãezinhas devem por obrigação procurar uma Unidade de Saúde ou seu médico de confiança e iniciar o pré-natal logo que for descoberta a gravidez. Inicialmente tudo começa com o desejo de engravidar, pronto! Daí já se percebe logo a importância de estar lado a lado com o profissional de saúde, neste momento deve-se dar maior importância àquelas mulheres diabéticas que manifestam desejo de engravidar, estas por sua vez deve levar o pré-natal à risca! Com responsabilidade, cuidados e muito amor é possível amenizar os riscos gestacionais.


DIABETES GESTACIONAL
O diabetes gestacional é uma condição caracterizada pelo aumento dos níveis de glicose no sangue (hiperglicemia).  Existem duas associações possíveis. A primeira é referente a mulheres que já eram diabéticas antes mesmo de ficarem grávidas e a segunda possibilidade se refere àquelas mulheres em que o diabetes se manifesta durante a gravidez. Essa segunda caracteriza o diabetes gestacional.
Segundo o Manual Técnico de Gestação de Alto Risco lançado pelo Ministério da Saúde em Brasília no ano de 2010, o diabetes gestacional é definido como a “intolerância aos carboidratos, de graus variados de intensidade, diagnosticada pela primeira vez durante a gestação, podendo ou não persistir após o parto”. No Brasil, a prevalência do diabetes gestacional em mulheres com mais de 20 anos, atendidas no Sistema Único de Saúde, é de 7,6% (critério da Organização Mundial da Saúde). Destes, 94% dos casos apresentam apenas tolerância diminuída à glicose e 6% apresentam hiperglicemia no nível de diabetes fora da gravidez. Segundo dados do Ministério da Saúde.
Durante o período gestacional, várias são as mudanças metabólicas e hormonais que ocorrem no organismo da futura mamãe. Uma delas é o aumento da produção de hormônios, principalmente o hormônio lactogênio placentário, que pode interferir na ação da insulina materna. Entretanto, para a maioria das gestantes isso não chega a ser um problema, pois o próprio corpo compensa o desequilíbrio, aumentando a fabricação de insulina.
Mas nem todas as mulheres reagem desta maneira: algumas delas desenvolvem elevações glicêmicas, características do diabetes gestacional. Desta forma, é muito importante a realização correta do pré-natal, o mais cedo possível, para preservar a saúde da mãe e do bebê.
A diabetes se desenvolve no organismo da gestante durante a gravidez, o organismo feminino se depara com uma condição especial: a placenta produz uma substância que interfere na ação da insulina, o hormônio responsável pela colocação da glicose dentro das células de nosso organismo. Em condições normais, o organismo da gestante passa a produzir mais insulina para dar conta do excesso de açúcar que vai acumulando no sangue. No caso das mulheres que apresentam diabetes gestacional, a quantidade de glicose no sangue é maior que o normal e atravessa a placenta.


O diagnóstico é feito através da realização da glicemia de jejum, solicitada já na primeira consulta pré-natal para todas as gestantes. Caso o resultado seja de menos de 90 mg/dl e a mulher não apresente fatores de risco, o acompanhamento ocorrerá de forma normal. Entretanto, caso o resultado ultrapasse os 90 mg/dl e apresente fatores de risco, o acompanhamento deverá ser mais cuidadoso. As grávidas que apresentarem índices de glicemia superior a 140 mg/dl recorrentes durante o início do pré-natal, serão acompanhadas na forma de gravidez de alto risco.

Mas quais seriam os fatores de risco? Mesmo não existindo estudos conclusivos sobre a doença, existem alguns fatores que podem ser considerados como indicativos de risco para o diabetes gestacional. Dentre os quais podemos destacar:
1-   Obesidade ou ganho de peso excessivo durante a gestação.
2-   Idade acima dos 35 anos.  
3-   Pessoas que apresentam baixa estatura.
4-   Histórico familiar de diabetes.

Em relação ao diabetes, procure profissionais capacitados para orientá-las na nutrição com dieta de restrições calóricas e educador físico nas atividades físicas moderadas e de baixo impacto. Estas são recomendações importantes para se minimizar as consequências da elevada taxa. Em determinados casos, até injeções com insulina são prescritas. Esse problema pode atingir até 7% das grávidas, mas atualmente não impede uma gestação tranquila, quando é diagnosticado precocemente e recebe acompanhamento, durante a gestação e após o nascimento do bebê.
Também é muito importante que o médico e a paciente fiquem atentos com os sintomas, pois se confundem muito com os sintomas da gravidez que são: Aumento de apetite, fraqueza, vômitos frequentes, náuseas, infecções por fungos, visão turva e maior quantidade de urina, o que dificulta a percepção das mulheres e do próprio médico de que algo não está bem. Outro fator preocupante é a perda de peso mesmo quando a mulher se alimenta de forma errada e excessiva. Por isso, é preciso ficar atenta e fazer o exame de glicemia de jejum, que deve ser realizado no início da gravidez. Se o resultado desse exame for maior do que 86, é preciso acompanhar o aspecto glicêmico mais de perto durante a gestação.
Embora o diabetes gestacional seja um motivo de preocupação, tudo vai dar certo se você e a equipe de saúde de sua confiança com os profissionais médico, obstetra, educador físico, enfermeiro e nutricionista, trabalharem juntos para reduzir os altos níveis de glicose no sangue. E com essa ajuda, você pode transformar sua preocupação em uma gravidez saudável para você e um começo saudável para seu bebê.



16/01/2016

Dicas para o enxoval do bebê



            Ok, se tem uma coisa que deixa as mamães ansiosas é essa, o enxoval do bebê. Ele está ali entre a decoração do quartinho, e o planejamento de parto. Itens esses que nós não paramos de pensar durante a gravidez.
Primeiro compramos tudo que vemos pela frente, depois namoramos todos os dias peça por peça de roupa imaginando nosso bebê delícia vestido em cada um dos fofíssimos conjuntos, macacões e etc.
 Sei que é assim, mas eu me vejo na necessidade de contar algumas das coisas desnecessárias que assim me foram depois que os bebês nasceram, e outras coisas que me arrependi de não ter comprado logo. Sabe por quê? Simples, por quê estamos em ano de crise meu amigo e minha amiga e por mais rico que você seja, existe uma regra estampada na cara de cada consumidor nesse ano: ECONOMIZAR.

          Como já contei em outro post , o enxoval, tanto da Bela quanto do Benie, foi feito com muito esforço em meio a um apertão econômico. Tudo bem que nunca tive folga dessa crise, na verdade vivo com ela desde que nasci, partindo da primícia de que não nasci em berço de ouro, mas existiram momentos que pudemos folgar um pouco. Não foi o caso, em nenhuma das gestações.
Mas filho primogênito e ainda por cima primeiro neto, você sabe como é: A gente sai sem noção comprando e parcelando.

       Uma estratégia que usei na segunda gravidez foi pensar no imediato. Então, sabe aquelas peças de roupa de mocinho ou de mocinha, aquelas mais “adultinhas”? Eu não comprei nenhuma! Essas você ganha, vai por mim você ganha e vai comprando aos poucos quando o bebê for crescendo. Tal como são os macacões, você ganha bastante. Então melhor que você compre só seis peças desse item.
          Avalie o clima de sua região e leve em conta que se for um lugar quente, raramente, mas muito raramente seu filho vai precisar de mangas longas. Então prefira mangas intermediárias ou curtas. Essas sim, valorize! Eu fiquei com várias roupinhas de manga longa guardadas no guarda roupa e doei quase todas pois perderam-se.
Prefira lã e linha para regiões de clima mais frio e malha e algodão para regiões mais quentes.
 Luvinhas são ótimas para o frio e também para proteger o bebê dos arranhões que ele pode causar ao seu rostinho com as suas delicadas unhas.
         Meias: Amo esse item, pois aquelas meias sapatilhas me ajudaram a não comprar um monte de sapatinho tamanho RN que se perdem numa tamanha facilidade. E vamos falar a verdade né? Esses sapatinhos não servem para nada além de adoçar nossa vontade de ver os pequeninos parecendo gente grande. Nesse caso! Melhor ir com calma, eles vão crescer mega rápido e por volta do sexto mês vão aproveitar melhor seu investimento em sapatinhos. Então, no enxoval invista mais em meias diversificadas, tanto para sair quanto para dormir e menos em vários sapatinhos. Um basta, se não aguentar!

  Eu particularmente só vi na integra a necessidade do Berço depois que o Benie começou a ficar em pé, e isso porque eu ainda não tinha cercadinho. Recém-chegado ao mundo dormia muito no bebê conforto e na ausência daquelas cadeirinhas de balançar eu esticava a perna e conseguia balançar ele assim mesmo, no bebê conforto. Minha dica forte é que escolha um bebê conforto realmente confortável, ele é uma mão na roda. E não foi só comigo não, minha prima deu à luz quase na mesma época que eu e conseguia manter as mãos livres enquanto o bebê dormia assim.
Ainda sobre o berço; já conhece o método montessoriano? Consiste em ter tudo ao alcance dos pequenos. Tudo o que lhes pertence, seja seguro e os faça aprender. Expandindo a criatividade e autonomia dos pequenos. Existem infinidades de quartinhos montessorianos muito bem decorado, alojando os mine móveis em ambientes seguros de forma confortável. Um colchão de mine cama ou tatame bem confortável tornam o lugar de dormir bem agradável e convidativo no quarto montessoriano. Não acredita? Olha só essas ideias : http://www.mildicasdemae.com.br/2015/05/quarto-montessoriano-entenda-o-conceito-e-inspire-se-em-15-projetos.html

    Sling: Eu gostaria de ter dado o real valor a esse item, mas eu mal o conhecia. Na minha cabeça não me via carregando o bebê “assacolado”, quando estava grávida da Bela. A Bela nasceu tão gordinha, mais de quatro quilos e a minha coluna doía por tudo, até para fazê-la arrotar. Até hoje eu penso ser por causa da minha falta de postura durante a gestação e também a ausência de exercício. - Erro que não cometi na gravidez do Benie - Mas voltando ao Sling, ele é genial. Fantástico! Além de manter suas mãos livres, ele mantem o bebê colado ao corpo da mãe.
Essa de praticar o desapego não cola viu! Imagine um ser que tomou forma em um espaço minúsculo, ouvindo seus batimentos cardíacos, sentindo seu cheirinho, por vezes compartilhando de seus sentimentos e sendo constantemente nutrido por tudo que ele conhecia e achava importante, ou seja, sua mãe. De repente ele nasce e  algum ser insensível diz que o bebê precisa criar independência e a mamãe começa a deixa-lo menos perto dela, daquele tudo dele. Imaginou a angustia dele? Pois é, então dê sim muito colo e carinho para seu filho.
E por isso que o Sling ajuda, ajuda muito. Te salva. Ele fica coladinho, quietinho, para de chorar instantaneamente e sua coluna agradece além do que seus braços ficam livres para fazer o que quiser. Ah, e dá pra amamentar sem tirar o bebê do Sling!
E por essas e outras que eu gostaria de ter conhecido melhor o sling no momento em que fazia os enxovais.
Não tendo o sling em casa, eu me virei. Me virei mesmo caros amigos! Foi lençol,foi malha, foi o sari da Juliana Paes. Como eu disse, eu me virei e deu tudo certo!
O You tube está cheio de vídeo ensinando a fazer. E o mais importante; a amarra correta, fundamental para o conforto e segurança de ambos, mãe e bebê.

  Carrinho de bebê: Não deixem de comprar. Vai que você tem uma filha como a minha que só dormia sendo embalada no carrinho. Ta ok! Eu coloquei ela nesse costume, mas de verdade ela passava muito tempo no carrinho. Dava para balançar com o pé também e fazer outras coisas ao mesmo tempo. Além disso, é uma mão na roda para praticar uma caminhada e voltar a forma mais rápido, fora que acompanha diversas fases da criança. Eu aconselharia a comprar um que acople o bebê conforto para quando ele for mais novo e depois sirva de passeio também para quando ele for maiorzinho.
 Eu particularmente não tenho boas experiências à contar desses modelos de três rodas. Talvez seja melhor se as três rodas forem grandes, mas as menores, já vi e ouvir relatos de tombos por pouca coisa. Tombos me causam arrepios! E certa vez também , o Benie estava num desses carrinhos de três rodas e se não fosse um amigo meu segurar ele tinha tombado. Meu filho é um espoleta, somado a um desnível no caminho da nisso, queda.

         Cercadinhos salvam muito, mas na ausência dele, se seu berço desce nível , ele ajuda também. Porém, aqui em casa, já não tem mais tranquilidade em nenhum dos dois e eles meio que se transformaram em bugigangas que ocupam espaço. O Benie só tem 14 meses, mas prefiro evitar outros sustos, de pegá-lo escalando o berço e o cercadinho e correndo o risco de levar um tombo feio. Sério! Já levei sustos grandes! Então deixe para comprar quando você conseguir avaliar o temperamento do seu bebê. Se sentir que ele gosta de liberdade, não conte com isso para impedi-lo de sair do lugar. Portões nos corredores e principalmente na entrada da cozinha é bem mais prático.
         Fraldas de boca são menores, invista nelas pois você vai sujar várias por dia.
          Invista em Toalhas maiores, que duram mais tempo. As pequeninas só darão para os recém-nascidos e é bom lembrar como eles crescem rápido.
          Senti falta, por diversas, vezes de uma babá eletrônica. Talvez isso me fizesse dormir mais relaxada no início quando tinha medo de dormir pesado e não ouvir o choro do neném ou por está em cômodos diferentes.
         Mala Big extra grande de maternidade, Pra quê?????!!! Eu comprei um conjunto quando estava grávida da Isabela e sabe quantas vezes eu usei a mala extra big grande de maternidade? Só uma mesmo, exatamente quando fui pra maternidade!
A mala do Benie foi média. Nem era assim uma mala, era bolsa mesmo. Mas coube todas as sete peças que levei para as trocas, sua manta, seu kit higiene e fraldas. Tinha na cabeça que se faltasse algo, mandava alguém buscar em casa. Deu super certo.
         Suporte de banheira:  Extra necessário. Vai por mim, auxilia quando sua coluna estiver voltando ao normal depois do parto e auxilia quando o bebê já estiver sentando. Mas nunca se distraia e saia de perto dele. Se não se sentir segura na hora do banho do recém-nascido, compre aquelas espumas especiais para o banho. Ela segura o bebê na horizontal enquanto você tem liberdade para manusear sabão, shampoo e água sobre o bebê.


        Acho que essas são minhas dicas principais mamães e papais. Vocês perceberam que eu não fiz uma lista de enxoval, essas vocês encontram em qualquer busca rápida na google ou nas lojas próprias para isso. Eu só quis deixar um pouco da minha experiência quanto ao assunto. Eu imagino que na próxima, eu tome alguns cuidados aqui, cometa outros exageros ali a depender da minha futura condição financeira. Mas vou lembrar das coisas que aprendi vivendo a situação, é por isso que compartilhei com vocês.
É gostoso comprar tudo para esperar nosso tão sonhado bebê, mas temos que lembrar que temos muito tempo pela frente, muita fase e muito investimento ainda. Isso pode ser assustador, se não mantermos um planejamento e controle, para a saúde financeira da família e o futuro dos nossos filhos. Ok? Abraços amigos!

13/01/2016

CUIDADOS PÓS - PARTO por Betis Novaes

Família linda do meu coração sinto-me privilegiada ao abordar assuntos que não se contemplaram (ainda!) na minha vida, mas sei que ao passar cada assunto sobre maternidade pra vocês vou reservando e guardando um pouquinho de cada matéria em um cantinho da minha mente só pra mim! E sei que no futuro Deus me dará a graça de estar relatando com propriedade cada palavrinha aqui citada. Então vamos lá! É nessa pegada que hoje vou falar um pouquinho sobre os cuidados pós-parto, pois esse período dar um nó danado na cabecinha das mamães, pois é um mundo novo, dúvidas e medos de montão, bombardeios de informação, anseio pelo já! Vamos invadir e compreender esse hemisfério, porém nunca esquecendo que devemos ter um médico de nossa total confiança para nos amparar nos momentos de aflições,  dores, duvidas, anseios, insegurança, todavia não podemos esquecer que é um momento lindo e encantador com experiências e fatos que ocorrem neste universo mágico que é o “encantado, sublime e divino mundo da maternidade”. 




CUIDADOS PÓS-PARTO  

O período logo após o parto chama-se Puerpério, também muitos conhecem como pós-parto ou resguardo. Dura em torno de 6 a 8 semanas e só termina com o retorno das menstruações. 
As modificações físicas são grandes e acontecem em curto espaço de tempo. Todos os órgãos, principalmente os genitais, se recuperam das alterações ocorridas ao longo da gravidez e do parto e nessa fase se inicia a lactação e aí ocorrem modificações físicas e psíquicas. A alta hospitalar acontece a partir de 48 horas do parto normal e 72 horas após a cesariana se tudo ocorrer bem com a mamãe e o bebê. Após o parto normal, a mulher já pode andar e comer, mas a mamãe não deve se levantar sozinha, pois perdeu muito sangue durante o parto e isso pode fazer com que a pressão arterial caia e cause até desmaios. Já no parto cesária, a mulher deve permanecer em repouso na cama, já que realizou um procedimento cirúrgico. Mas não por muito tempo, pois permanecer deitada no leito por muito tempo aumenta o risco de trombose neste período de pós-parto. É recomendado que a mamãe se levante somente com auxilio e após 12 horas do parto. Um corrimento vaginal (lóquios) parecido com a menstruação ocorrerá por cerca de 20 a 30 dias. Nos primeiros dias será vermelho e intenso tendendo a diminuir e ficar acastanhado até transparente. Se dentro de 30 dias esse corrimento não diminuir ou aumentar, tiver mau cheiro, coágulos ou secreção purulenta e febre, procure imediatamente seu médico, pois o corpo pode estar dando sinal de alguma infecção. 
Aí vão alguns cuidados que a parturiente deve seguir e claro sempre procurando auxilio do obstetra e também do pediatra e se tiver oportunidade procure outros profissionais, como nutricionista, educador físico, psicólogo, ginecologista. 

DIETA 
Alimentos podem ser ingeridos imediatamente após o parto normal, mesmo quando foi empregada a anestesia local. Se for empregada anestesia (raqui ou peridural), algumas horas são necessárias até o término de seus efeitos. Os primeiros alimentos, preferencialmente líquidos, devem ser de fácil digestão e os vômitos e enjôos contraindicam a alimentação sem autorização médica. Nos dias seguintes, uma boa alimentação deve ser seguida com orientação de seu medico e de sua nutricionista para um bom funcionamento intestinal e uma adequada produção de leite. Beba líquidos em abundância, principalmente leite, suco de frutas e água, pois a amamentação dá muita sede. Evite o excesso de açúcar, farinhas refinadas e também de gordura animal. No pós-parto, é frequente a utilização de suplementos vitamínicos, principalmente aqueles contendo ferro. A alimentação após a cesariana é iniciada gradualmente após 6 horas. 

HIGIENE 
Quando não mais apresentar fraqueza e estiver segura de  permanecer em pé sem se sentir mal, poderá tomar banho, lavando inclusive os cabelos. Os banhos diários são normais. Não são necessários cuidados especiais para as mamas das mulheres que amamentam. É importante o uso de absorvente genital pós-parto, e eles devem ser trocados com frequência. 


VESTUÁRIO 
0 uso diário de um bom sutiã, proporcionando maior sustentação das mamas, diminui o estiramento da pele, prevenindo futura flacidez. O uso das cintas é opcional, mas não apresenta contraindicações, devendo apenas ser evitado às cintas muito apertadas, e que causem desconforto a mamãe. 


HÁBITOS 
Se as mamães e os papais fumam devem evitar o uso de cigarros, bebidas e drogas ilícitas, principalmente no período da amamentação.  


VISITAS 
As visitas, tanto na maternidade como em casa, não devem ser frequentes ou prolongadas, e devem evitar visitá-los a noite, pois trazem transtornos à rotina da mãe e do bebê. 


DORES 
Após o parto, o útero continua a se contrair. Isso é necessário para evitar o sangramento excessivo. Na maioria das vezes, estas contrações são indolores, mas algumas mulheres as percebem como cólicas, que podem ser intensas principalmente durante a amamentação. Mas essas dores diminuem no dia a dia, mas se persistem ou causam inquietude constante, procure o obstetra, somente ele pode receitar um analgésico se achar necessário, pois vários medicamentos passam para o leite e pode prejudicar o bebê na amamentação.   


PLANEJAMENTO FAMILIAR 
Para evitar uma nova gravidez, é aconselhável o uso de um método anticoncepcional. Amamentar com mamadas frequentes em torno de 3 em 3 horas evita a ovulação e, portanto, a gravidez até o quinto mês pós-parto. No entanto amamentando ou não as mamães devem discutir com seu médico o uso de um método anticoncepcional efetivo. 


DEPRESSÃO PÓS-PARTO 
É comum que, ao assumir uma nova identidade, a mulher se sinta insegura quanto às possibilidades de criar o filho, quanto ao sucesso da amamentação e às mudanças físicas pelas quais está passando. Ocorrem mudanças na sua rotina e nas suas outras atividades, sendo muitas vezes difícil para a mãe conciliar todas estas tarefas. Mas se a sensação de incapacidade, tristeza e crise de choro impedem a mamãe cuidar do seu bebê ou continuar sua vida como sempre, isso pode ser depressão pós-parto. Nesse caso, existe a necessidade de cuidados profissionais. 


CONSULTA MÉDICA DE REVISÃO 
Geralmente realizada algumas semanas após o parto, serve para o médico se assegurar de que as modificações que ocorreram nesse período são normais, avaliar a amamentação, indicar orientações e tratamento para queixas existentes e facilitar a discussão de outros assuntos. 


ATIVIDADE SEXUAL 
Depois de completa cicatrização, de exames e liberação do obstetra, a vida sexual pode ser retomada. Isso deve acontecer de 30 a 40 dias após o parto. Com as alterações hormonais a vagina está mais ressecada e a libido pode estar em baixa. Nas primeiras relações sexuais, a penetração deve ser mais cuidadosa, pois o revestimento da vagina está mais fino e menos lubrificado. 
A sensibilidade da mamãe nessa época fica aflorada. É a época em que todos os sentimentos se misturam. Seja ele sentimentos de alegria pela chegada do novo serzinho, ou medo, insegurança e ansiedade por não saber se vai saber cuidar e se vai conseguir ser mãe e mulher e há nesse período uma grande necessidade do companheiro entender e compreender as modificações ao seu redor, e cercá-la de carinho, amor e atenção. Saiba que sentir-se assim é natural! 
Olha mamães! Tudo que vocês sentirem nesse período saiba e considere normal. Aos poucos conhecendo o bebê e se acostumando com a nova rotina, vocês se ajeitarão naturalmente e passará por esse período sem maiores problemas.  

E quero aproveitar para dividir com minhas leitoras e todo o pessoal que curte e participa do blog que Deus me agraciou com o dom de empreender, pois para mim nunca me imaginei administrando um projeto meu, mas com a força dos céus, consegui abrir um pequeno negócio no ramo de serviços domiciliar. Então apresento para as mamães e para a família toda a “SOS CURATIVOS - Curativos e Serviços de Saúde Domiciliar”. Pois é... Uma porta pequena, mas de muita qualidade e eficiência. Recém-paridas, que precisam dos cuidados com a incisão (pontos da cirurgia), curativos de todas as formas e tamanhos, aplicação de injeções e insulinas, retirada de pontos entre outros serviços, vou compartilhar com todo o blog o cartão com os diversos serviços. Quem reside em Itabuna-BA, e tem necessidade e interesse em meus serviços ligue e solicite um orçamento. Obrigada pela atenção! 


Nossas leitoras e participantes do blog que ligar e solicitar os serviços terão descontos especiais! É só dizer que viu a propaganda no blog. Aproveitem esta oportunidade. Ligue para um de nossos telefones.